Carboxiterapia

 

Atual coqueluche das clínicas de beleza européias e americanas, a carboxiterapia que chegou a pouco no Brasil, é a nova aposta de especialistas em medicina estética para tratar o não só o corpo, mas também o rosto. Em apenas dois meses se pode eliminar ou reduzir drasticamente estrias, celulite, flacidez e gordura localizada. Sem efeitos colaterais e com um único inconveniente de provocar um pouco de dor, vermelhidão e um leve inchaço na pele. Mesmo assim, incômodos que desaparecem logo depois da aplicação.



O gás carbônico pode ser aplicado nas nádegas, pernas, braços e na barriga. É um ótimo tratamento corporal para lipodistrofia ginóide (celulite), pequenas gorduras localizadas e flacidez na face interna da coxa. Também é técnica complementar no tratamento de rejuvenescimento facial, flacidez facial (rugas, contorno facial e flacidez), do pescoço com redução de flacidez ("papada"), rugas dos braços redução da flacidez (sinal do "adeus") e da região ao redor dos olhos com redução de olheiras e flacidez.



A Carboxiterapia consiste na aplicação de injeções de gás carbônico (CO2) na camada subcutânea da pele. Seu princípio é simples: ao receber a injeção, o próprio organismo se incube de eliminar o excesso de gás carbônico, liberando no local da aplicação uma grande quantidade de oxigênio que, por sua vez, vai estimular a circulação sanguínea, aumentando o metabolismo das células de gordura, estimulando a produção de colágeno, facilitando a eliminação das toxinas e o excesso de líquidos retidos nos tecidos. Na verdade o CO2 é apenas um detona dor, quem opera milagres é o oxigênio. Por isso também podemos chamar esta técnica de bio-oxigenação.



A carboxiterapia é uma técnica antiga. Surgiu nos anos 30, na França, na estação de águas termais de Royat-Chamalières, na região de Avergne, quando um grupo de cardiologistas começou a usar o CO2 em pacientes com problemas de circulação nas pernas e nos pés. Seu uso em medicina estética é bem mais recente: começou a se intensificar no início dos anos 90. Hoje, tanto a Sociedade Italiana quanto a Sociedade Americana de Carboxiterapia, as mais importantes do gênero, estão empenhadas em apoiar e elaborar pesquisas científicas que confirmem a eficiência da técnica tanto para o uso estético quanto para o tratamento de doenças. Recentemente, o departamento de cirurgia plástica da Universidade de Siena, na Itália, concluiu estudos comprovando que o método não tem efeitos colaterais. A prática já vinha demonstrando isso. Desde 1983, 402 mil pessoas se beneficiaram sem problemas, da carboxiterapia na estação de águas de Royat, que até hoje oferece o método.



É recomendado um máximo de 20 sessões que podem ser feitas até três vezes por semana. Uma nova série de sessões é aconselhável seis meses de intervalo.



De forma semelhante o botox, os efeitos da carboxiterapia não duram para sempre. Para iniciar a fase de manutenção do tratamento recomenda-se um intervalo de três meses com sessões mensais. Além disso, são importantes hábitos alimentares, a prática de exercício principalmente nos casos de celulite, considerada atualmente uma doença crônica que requer cuidados contínuos.

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